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Georreferenciando uma imagem do Google Earth no gvSIG 2.x

Buenas, pessoal!

A partir da versão 2 do gvSIG é possível inserir uma imagem do Google Earth (ou do Bing Maps) diretamente através da opção “Vista > Inserir camada“,  e na janela que se abre, acessando a aba “WebMaps“, onde estaremos inserindo uma imagem diretamente dos servidores do Google Earth, e poderemos salvá-la, já georreferenciada automaticamente, através da opção “Vista > Exportar > Exportar Vista para imagem” (ou através do atalho Ctrl + Alt + V).

Mesmo assim, outro dia surgiu uma pergunta de como deveríamos fazer para georreferenciar no gvSIG uma imagem salva através do programa Google Earth. Esse tutorial pretende dar uma das soluções possíveis, e que eu achei ser uma das mais diretas e mais fáceis. Pode haver outras soluções… se você souber de outra, sinta-se a vontade para usar os comentários mais abaixo.

Um esclarescimento: esse não será um tutorial completo sobre como georreferenciar imagens no gvSIG (talvez em outro momento eu faça um, se houver demanda). Portanto, se você não está familiarizado com o processo de georreferenciamento no gvSIG, talvez seja interessante dar uma revisada no manual: http://downloads.gvsig.org/download/web/es/build/html/user_manual/2.3/manual/037.html, na seção de georreferenciamento.

Dito isso, vamos ao trabalho: em primeiro lugar, abra o Google Earth, e selecione a imagem que você quer salvar. Cuide para que o Norte esteja para cima, pois facilitará nosso trabalho depois. Vá em “Arquivo > Salvar > Salvar imagem“, remova todas as “firulas” e salve a sua imagem.

Em seguida, crie uma pasta na seção “Meus Lugares”, e com essa pasta selecionada, adicione vários pontos de controle dentro da imagem que você está trabalhando (no mínimo de 4 a 6 pontos). Salve novamente a imagem, agora com os pontos de controle.

Para encerrar o trabalho no Google Earth, clique com o botão direito do mouse sobre a pasta que você criou, no menu que aparece clique na opção “Salvar lugar como“, e salve como arquivo .kml os pontos de controle que criamos.

Agora, no gvSIG, crie uma nova vista com EPSG 4326, e adicione a segunda imagem (a dos pontos) e o arquivo kml dos pontos de controle. Se os pontos não estiverem aparecendo, clique com o botão direito sobre a camada no ToC, e escolha a opção “Zoom na camada“.

Em seguida, vamos acessar o georreferenciamento: com a camada da imagem selecionada no ToC, clique em “Camada > Transformações Geográficas > Georreferenciamento“, ou através dos ícones correspondentes:

Abrirá uma nova janela, onde configuraremos o nosso geoprocesso:

Em “Tipo de georreferenciamento“, selecionamos a opção “Com cartografia de referência“, e no menu suspenso logo abaixo selecionamos a Vista onde estão os pontos que inserimos (isso se houver mais de uma Vista em nosso projeto).

Em “Arquivo de georreferenciamento” clicamos no botão “Selecionar” e selecionamos a nossa imagem que queremos georreferenciar (a que tem os pontos de controle).

Em “Arquivo de saída” não precisamos alterar e, finalmente, em “Algoritmo de georreferenciamento“, deixamos selecionada a opção “Transformação afim“. Finalmente, clicamos no botão “Aceitar“, e seremos apresentado à nossa janela de georreferenciamento:

Como dito anteriormente, não vou explicar como fazer o georreferenciamento. Estou assumindo que você já sabe fazê-lo. O truque aqui é deslocar cada ponto de controle para o centro da visualização e dar zoom até que seja possível posicionar o ponto de controle do georreferenciamento de maneira precisa. Posicione primeiramente o ponto da imagem, depois posicione o ponto da camada de pontos. Nessa você deverá dar o máximo de zoom, pois você estará diminuindo a margem de erro. Feitas as aproximações, clique no ícone de adicionar novo ponto, e clique no centro do ponto da camada de pontos e depois na base do pino da imagem do Google Earth:

Feito isso, desloque-se para o próximo ponto e repita o processo. No caso da camada de pontos, é melhor dar zoom menos até aparecerem todos os pontos novamente, para você ter certeza para onde você estará se deslocando. Faça isso com todos os pontos de controle que você havia inserido na imagem.

Terminado todo o processo, é de bom tom salvarmos nosso trabalho. Clicamos no ícone de “Salvar pontos de controle no arquivo de metadados anexo ao raster (RMF)“: e respondemos “Sim” ao aviso que aparece:

Garantido que os pontos estão salvos e que não iremos correr o risco de perder nosso trabalho, o próximo passo será clicar no ícone “Testar o georreferenciamento“:

que aplicará a transformação e carregará a imagem transformada na Vista de georreferenciamento:

Podemos conferir se está tudo ok com os pontos que inserimos. Se não estiver, podemos fazer as devidas correções. Se estiver tudo ok, podemos clicar no ícone para “Finalizar o georreferenciamento“:

Seremos questionados se queremos finalizar a aplicação de georreferenciamento, ao que devemos clicar em “Sim“, e abrirá uma nova janela de confirmação, perguntando “Deseja salvar a transformação resultante como padrão para este raster?“, ao que também devemos responder afirmativamente, e finalmente seremos questionados se queremos inserir a imagem resultante na Vista, ao que também podemos responder “Sim”. Terminamos o georreferenciamento e já estamos com a imagem devidamente georreferenciada, o que podemos comprovar observando que os pontos de controle da camada kml agora estão sobre os pontos de controle da imagem do Google Earth, conforme era de se esperar:

Agora é que vem o “pulo do gato”: removemos a imagem que tinha os pontos de controle do ToC e, no gerenciador de arquivos, renomeamos o arquivo .rmf que acabamos de gerar, para que fique com o mesmo nome da imagem do Google Earth sem os pontos de controle. Feito isso, podemos inserir essa imagem no nosso trabalho, que ela já estará georreferenciada, conforme podemos comprovar pelos pontos de controle do kml:

Buenas, é isso aí… espero não ter complicado demais, pois o processo é bem simples para quem já domina o georreferenciamento. Se tiver dúvidas, use os comentários logo abaixo. Nos vemos em um próximo momento! 😉

Aprendendo SIG com Game of Thrones (XV e final): Instalação de complementos

Dedicaremos este último artigo ao “Gerenciador de complementos”, uma ferramenta que todo usuário de gvSIG Desktop deveria conhecer.

O gerenciador de complementos é uma funcionalidade que permite personalizar o gvSIG, instalando novas extensões, quer sejam funcionais ou de outro tipo (bibliotecas de símbolos, por exemplo). É executado através do menu “Ferramentas/Gerenciador de complementos”, embora também possamos acessá-lo durante o processo de instalação.

Graças ao “Gerenciador de complementos” podemos acessar, além dos plugins não instalados por padrão, a todas as novas ferramentas que são publicadas posteriormente.

Na janela que aparece, a primeira opção que devemos selecionar é a fonte de instalação dos complementos:

Os complementos podem ter 3 origens:

  • O próprio binário de instalação. O arquivo de instalação que baixamos contém um grande número de complementos ou plugins, alguns dos quais não são instalados por padrão, mas estão disponíveis para sua instalação. Isto nos permite poder personalizar o gvSIG sem dispor de uma conexão com a internet.
  • Instalação a partir de um arquivo. Podemos ter um arquivo com um conjunto de extensões prontas para serem instaladas no gvSIG.
  • A partir de uma URL. Através de uma conexão com a Internet podemos acessar a todos os complementos disponíveis no servidor do gvSIG e instalar aqueles que necessitamos. A única diferença desta opção em relação a primeira é que pode ter ocorrido a publicação de complementos adicionais ou a atualização de complementos existentes depois da publicação da versão final do gvSIG.

Após selecionarmos a fonte de instalação, devemos clicar no botão “Próximo”, e será apresentada uma listagem dos complementos disponíveis.

A interface do administrador de complementos se divide em 4 partes:

  1. Listagem dos complementos disponíveis. É indicado o nome do complemento, a versão e o tipo. As caixas de verificação permitem diferenciar entre os complementos já instalados (cor verde) e os disponíveis (cor branca). Pode ser interessante revisar o significado de cada um dos ícones.
  2. Área de informação referente ao complemento selecionado em “1”.
  3. Área que mostra as “Categorias” e os “Tipos” em que se classificam os complementos. Clicando nos botões de “Categorias” e “Tipos” são atualizadas as informações desta coluna. Ao selecionar uma categoria ou tipo da listagem é executado um filtro que mostrará em “1” apenas os complementos relacionados com essa categoria ou tipo.
  4. Filtro rápido. Permite realizar um filtro a partir de uma cadeia de texto que o usuário introduza.

Em nosso caso vamos instalar uma nova biblioteca de símbolos. Para isto clicaremos na categoria “Symbols”, filtrando entre os plugins que são “bibliotecas de símbolos”:

Em seguida marcamos a biblioteca “G-Maps”:

Clicamos no botão “Próximo” e, terminada a instalação, no botão “Finalizar”. Uma mensagem indicará que é necessário reiniciar (no caso de instalar plugins funcionais isso é necessário, mas não quando instalamos bibliotecas de símbolos).

Agora vamos alterar a simbologia de alguma das nossas camadas, por exemplo “Locations”, e veremos os novos símbolos já estão disponíveis:

Podemos visualizar as bibliotecas de símbolos disponíveis na documentação.

E com este último exercício acabamos este atípico curso de introdução aos SIG. Esperamos que tenha servido para o aprendizado e, além disso, o resultado tenha sido tão divertido como foi para nós fazê-lo.

A partir daqui você já está preparado para se aprofundar na aplicação e ir descobrindo todo seu potencial. Um último conselho: utilize as lista de usuários para esclarecer qualquer dúvida ou para comunicar-nos qualquer problema que tenham encontrado:

http://www.gvsig.com/es/comunidad/listas-de-correo

E lembrem-se: gvSIG is coming!

Aprendendo SIG com Game of Thrones (XIV): Mapas

Neste penúltimo exercício do curso para aprender a bases dos Sistemas de Informação Geográfica através de exercícios práticos com dados de Game of Thrones vamos trabalhar com o documento “Mapa”.

Um documento Mapa é um conjunto de elementos de desenho de um mapa ou plano, organizados em uma página virtual, cujo objetivo é sua saída gráfica (impressão ou exportação para PDF). O que se vê no desenho é o que se obtém ao imprimir ou exportar o mapa ao mesmo tamanho de página definido. Em um Mapa podemos inserir dois tipos de elementos: Elementos cartográficos e de desenho.

Em nosso caso vamos criar um mapa com a rota seguida pelos irmãos Greyjoy, desenhado no exercício sobre “Edição gráfica”.

Após abrirmos nosso projeto no gvSIG, devemos acessar a janela do “Gerenciador de projetos”. Uma forma rápida é através do menu “Exibir/Gerenciador de projeto”. Selecionamos o tipo de documento “Mapa” e clicamos no botão “Novo”. Será aberta uma nova janela onde definiremos as características da página do Mapa.

Neste caso selecionaremos um “Tamanho de página” “A4”, com “Orientação” “Horizontal” e indicaremos que seja utilizada a Vista onde temos nossas camadas abertas em vez de “Criar nova Vista”. Se tivermos mais de uma Vista em nosso projeto, aparecerá uma listagem com todas elas.

Será criado um novo mapa, no qual será inserida a Vista indicada e que ocupa toda a superfície da página:

Clicando sobre os “quadrados pretos” que aparecem nos cantos e pontos médios do retângulo que define a extensão da Vista podemos alterar o seu tamanho. Deste modo vamos definindo nosso desenho do mapa. Clicando sobre o elemento Vista inserido e arrastando podemos deslocá-lo. Redimensionamos a Vista inserida e a deslocamos, passando em seguida a adicionar outros elementos cartográficos.

A maioria dos elementos cartográficos estão intimamente ligados ao documento Vista, de modo que as alterações realizadas na Vista serão refletidas no mapa (mudanças de zoom, deslocamentos, modificação de legendas, organização de camadas, etc.). Estas ferramentas estão disponíveis no menu “Mapa/Inserir“ e na barra de ícones correspondente.

Vamos começar inserindo a legenda. Esta ferramenta está disponível no menu “Mapa/Inserir/Legenda“ ou através do seu ícone:

A legenda sempre está associada com uma Vista inserida no Mapa e permite representar a simbologia das diferentes camadas dessa Vista. Após selecionarmos a ferramenta, devemos indicar o primeiro extremo do retângulo que define o espaço a ocupar pela legenda clicando sobre a área do Mapa no lugar desejado, e arrastrando até soltar no extremo oposto. Será mostrado um quadro de diálogo no qual poderemos definir as propriedades gráficas da legenda inserida:

Nesta janela podemos marcar quais camadas (e sua simbologia) queremos que apareçam na legenda.

Em seguida vamos inserir um símbolo de Norte. Esta ferramenta está disponível no menu “Mapa/Inserir/Norte“ ou em seu ícone correspondente:

Uma vez selecionada a ferramenta, indicaremos o primeiro extremo do retângulo que define o espaço a ser ocupado pelo símbolo do norte, clicando sobre a área do Mapa no lugar desejado e arrastrando até soltar no extremo oposto. Será mostrado um quadro de diálogo no qual poderemos definir as propriedades gráficas do norte inserido:

E o nosso Mapa terá o seguinte aspecto:

Para finalizar inseriremos um título com a ferramenta de “Inserir texto” (no menu Mapa/Inserir/Texto ou em seu ícone correspondente). O funcionamento é similar ao dos outros elementos, e neste caso o que indicaremos é o texto que queremos que apareça: “Greyjoy Brothers”.

A partir daqui e para não alongar demasiadamente o exercício recomendamos que seja revisada a documentação relacionada com o documento Mapa e que experimentem inserir escalas gráficas, caixas, etc, bem como provar as ferramentas de ajuda ao desenho. Com um pouco de prática poderemos realizar mapas realmente bem desenhados.

Depois de terminarmos o nosso mapa podemos exportá-lo como PDF através do ícone:

Já podemos enviar nosso arquivo PDF para todos os nossos contatos.

Como costumam dizer, a prática faz o mestre… sendo assim, já sabem…

Agora já falta apenas um artigo para finalizarmos nosso curso… não percam!

Aprendendo SIG com Game of Thrones (XIII): Geoprocessamento

As operações espaciais com dados geográficos para criar nova informação são conhecidos como Geoprocessos. Exemplos de geoprocessos são obter uma nova camada com as zonas de sobreposição entre duas camadas, uma camada que seja a área de influencia a uma determinada distância de outra camada, um mapa de densidade de pontos, etc.

O gvSIG Desktop conta com mais de 350 geoprocessos. Temos muitos algoritmos prontos para serem utilizados e ajudar-nos a analisar nossa informação espacial.

Na ajuda existe muita documentação sobre geoprocessamento; os links principais são:

A primeira coisa que precisamos saber é que acessamos as diferentes ferramentas de geoprocessamento através do menu “Ferramentas/Geoprocessamento/Caixa de ferramentas” ou através de seu ícone correspondente:
A partir da caixa de ferramentas poderemos realizar qualquer dos geoprocessos disponíveis no gvSIG Desktop. No nosso caso iremos aplicar dois geoprocessos diferentes.

Começaremos realizando uma junção espacial entre a camada “Locations” e a camada “Political”. Se consultarmos a ajuda deste geoprocesso, aprendemos que ele faz o seguinte: “A junção espacial permite transferir os atributos de uma camada a outra baseando-se em uma característica espacial comum”.


Se observarmos a imagem anterior, e imaginarmos que a camada de polígonos é “Political” e a de pontos “Locations” parece claro qual será o resultado: uma nova camada de pontos que conterá entre seus atributos os herdados da camada “Political”. Vamos lá…

Abrimos a “caixa de ferramentas” e buscamos o geoprocesso de “Junção espacial”. Se não soubermos onde se localiza podemos utilizar o buscador na parte inferior da janela, introduzindo uma parte do texto, como “junção”.


Vamos utilizar o primeiro dos geoprocessos filtrados. Para executá-lo damos um duplo clique sobre ele ou clicamos sobre ele com o botão secundário do mouse e selecionamos a opção “Executar” no menu contextual que aparece. Aparecerá uma janela como a próxima:


Como “Camada de entrada” selecionamos “Locations”. Como “Camada de revestimento” selecionamos “Political”. Se tiver dúvidas de como funciona um geoprocesso, consulte a ajuda que está disponível clicando no botão de informação da parte inferior direita da janela do geoprocesso (além de estar disponível no manual).

Se não indicarmos que a camada seja salva, será gerada uma camada temporária (isto é, será perdida ao fecharmos o projeto). Portanto, se quisermos preservar a camada resultante devemos selecionar essa opção neste momento, ou posteriormente exportar a camada temporária para uma nova camada.

Ao clicar “Aceitar” a nova camada é criada e adicionada na nossa Vista. Ao abrirmos sua “Tabela de atributos” veremos que tem os campos da camada “Locations”, mais os campos da camada “Political”:


Agora vamos a fazer um segundo geoprocesso, esta vez sobre um grupo de elementos selecionados desta camada que acabamos de criar. O que queremos analisar é se a extensão de território de “Riverlands” tem uma lógica em relação às localizações que contém.

Primeiramente selecionaremos da camada “Junção espacial” os elementos cujo campo “name_1” sejam iguais a “Riverlands”. Se precisar de ajuda com esta parte, revise o exercício de “Ferramentas de seleção”. O resultado da seleção deve ser similar ao da próxima imagem:


Agora abrimos novamente a “Caixa de ferramentas” e buscamos o geoprocesso “Mínima envolvente convexa (Convex Hull)”:


A ajuda nos diz que este geoprocesso calcula a “Envolvente convexa”, o polígono convexo de menor área que envolve todos os elementos vetoriais de uma “camada de entrada”.


Executamos o geoprocesso e abrirá uma janela como a seguinte:


Seleccionamos como “Camada de entrada” a de “Junção espacial” e tomemos o cuidado de que esteja marcada a opção “Feições selecionadas (Camada entrada)”. Deste modo o geoprocesso será executado unicamente sobre os elementos selecionados. Ao clicar em “Aceitar” será criada a nova camada com o seguinte resultado onde vemos que a área é muito similar ao território do Reino de “Riverlands”:


Isso é tudo por hoje… Depois de termos aprendido o procedimento para executar geoprocessos, somente nos resta experimentá-los… E agora só faltam dois artigos para nos despedirmos deste curso!

Aprendendo SIG com Game of Thrones (XII): Edição gráfica

Complementando um exercício anterior no qual havíamos tratado a edição de tabelas, neste veremos a edição gráfica. As ferramentas de edição gráfica permitem criar e editar dados vetoriais. A única coisa que devemos observar é que determinados formatos de dados são somente de leitura e não permitem a edição.

Para adicionar ou modificar elementos de uma camada é necessário que a camada esteja ativa e em modo de edição. Em função do tipo de camada a editar estarão disponíveis determinadas ferramentas (para pontos, linhas e/ou polígonos).

Estas ferramentas estão disponíveis a partir do menu “Camada“ nos submenus “Remover”, “Inserir” e “Modificar”, do menu “Editar” e na barras de ícones correspondentes.

Como sempre comentamos, este é um curso básico de introdução aos SIG, mas se quiser conhecer em detalhe todas as ferramentas de edição recomendamos consultar o manual do gvSIG Desktop:

Feita esta breve introdução, vamos realizar a nossa prática com os dados de Game of Thrones.

Nosso exercício consistirá em criar uma camada nova na qual iremos adicionando as rotas ou viajes que seguem cada um dos protagonistas da saga. Nesse caso, desenharemos o caminho percorrido pelos irmãos Greyjoy de Pyke a Meereen passando por Volantis.

O primeiro passo será criar uma nova camada (no formato shapefile). Encontramos esta ferramenta no menu “Vista/Nova camada”.

A interface irá guiando nossos passos para criar a nova camada:

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Devemos selecionar “Criação de nova camada Shape” e clicar no botão “Próximo”.

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No próximo passo, “Arquivo de saída”, indicamos o nome e o caminho onde será salva a nova camada (por exemplo podemos chamá-la “Routes”). Uma vez definido devemos clicar no botão “Próximo”.

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Neste passo podemos definir o tipo de camada: Point (Pontos), Curve (Linhas), Surface (Polígonos) ou Multipoint (Multipontos). No nosso caso, por querermos representar rotas, necessitamos uma camada de linhas. Portanto, selecionamos o tipo de geometria “Curve”.

Com o botão “Adicionar campo” podemos adicionar campos de atributos à nova camada. Adicionaremos um que chamaremos “Name”, do tipo “String” (cadeia de texto) que servirá para identificar cada rota.

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Se quisermos adicionar outros campos, podemos fazê-lo agora. Uma vez definida a tabela de atributos, clicamos no botão “Próximo”.

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Por último selecionamos a opção de adicionar a nova camada à Vista. Para terminar clicamos no botão “Finalizar”. Já temos a nova camada em nossa Vista. Uma camada vazia, sem elementos, e que agora devemos começar a preencher de conteúdo.

Para facilitar o desenho da rota, como já vimos no exercício “Rotulagem”, vamos rotular a camada “Locations”, o que nos permitirá identificar facilmente os lugares pelos que passam o caminho que iremos desenhar: Pyke, Volantis e Meereen. Também podemos utilizar as ferramentas de seleção e o “localizador por atributo” para identificar estas localizações.

Em primeiro lugar vamos tornar editável a nossa camada. Com a camada ativa, podemos fazê-lo no menu “Camada/Iniciar edição” ou no menu contextual que aparece ao clicar com o botão secundário sobre a camada no TOC ou Tabela de conteúdos.

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Quando uma camada está em edição seu nome altera para a cor vermelha:

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Além disso, podemos ver que apareceram novas barras de ferramentas que permitem tanto desenhar novos elementos como editar os já existentes:

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A última alteração na interface se situa na parte inferior da Vista, onde podemos expandir ou contrair uma barra de comandos:

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Antes de começar o desenho do caminho devemos conhecer duas ajudas fundamentais ao desenho. Com a roda do mouse, movendo para frente e para trás, podemos alterar a escala de visualização. Com a roda do mouse clicada podemos deslocar-nos pela cartografia.

Para começar a desenhar a rota selecionamos a ferramenta “Desenhar polilinha”:

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Nos posicionamos perto de Pyke e clicamos com o mouse, e já temos o primeiro ponto da nossa rota. Agora iremos utilizando a roda do mouse para navegar pela cartografia e ir adicionando pontos intermediários até chegar a Volantis, e posteriormente a Meereen. Após posicionarmos o último ponto clicamos com o botão secundário do mouse e no menu contextual que aparece selecionamos a opção “Finalizar”. Como vimos no exercício de “Edição de Tabelas” agora poderíamos editar seus atributos e colocar, por exemplo, “Greyjoy brothers” para identificar esta viajem.

Em seguida poderíamos adicionar novas rotas, cada uma das quais seria um novo elemento da camada. Neste caso paramos por aqui, portanto acessamos o menu “Camada/Terminar Edição”.
O resultado será similar ao seguinte:

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Vocês já estão preparados para praticar e conhecer em profundidade as demais ferramentas de edição! E também podem praticar as ferramentas que já vimos anteriormente, por exemplo adicionando como hyperlink uma imagem identificativa de cada rota.

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Nos vemos novamente no antepenúltimo artigo deste curso, no qual faremos uma introdução ao geoprocessamento.

Aprendendo SIG com Game of Thrones (XI): Rotulagem

Depois de introduzirmos a simbologia do gvSIG Desktop no exercício anterior, neste vamos trabalhar com a “Rotulagem”.

Um rótulo é um texto descritivo baseado em um ou vários atributos de uma entidade. Os rótulos são posicionados dinamicamente sobre ou próximo dos elementos de uma camada, e são representados em função das características de rotulagem definidas pelo usuário. É importante notar que os rótulos não podem ser diretamente manipulados pelo usuário.

No gvSIG há duas modalidades para gerar a rotulagem de uma camada, uma rápida e muito simples, e outra mais complexa mas que permite definir um grande número de características da rotulagem.

Do mesmo modo que na simbologia, são muitas as ferramentas que nos permitem caracterizar uma rotulagem, pelo que recomendamos que revises a seção de “Rotulagem” do manual do usuário.

Vamos fazer um primeiro exercício de rotulagem básica sobre a camada “Political”. Primeiramente temos que abrir a janela de “Propriedades” da camada. Com a camada ativa encontramos esta opção no menu “Camada/Propriedades” ou então, ao clicarmos diretamente com o botão secundário do mouse sobre a camada será aberto um menu que inclui o acesso às suas “Propriedades”. Vamos na aba “Rotulagem” da janela de “Propriedades da camada”. Se marcamos a opção “Ativar rotulagem” já teremos disponíveis todas as opções do que chamamos rotulagem básica.
O ponto principal é definirmos o campo da Tabela de atributos da camada que queremos utilizar para gerar a rotulagem. No nosso caso selecionamos o campo “name”, que contém o nome. Digitamos, por exemplo, um tamanho de fonte de “12” e os valores restantes deixamos com os valores padrão. Clicamos no botão “Aplicar” e/ou “Aceitar” e já veremos o resultado refletido na Vista.

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Ocultar (ou voltar a ativar) a rotulagem é tão simples como ir na aba “Rotulagem” das “Propriedades da camada” e marcar ou desmarcar a opção “Ativar rotulagem”.

Se queremos fazer rotulagens mais elaboradas, devemos selecionar na aba “Rotulagem” a opção “Rótulos definidos pelo usuário” em lugar da que aparece por padrão de “Atributos da etiqueta definidos na tabela”. E no menu suspenso “Classes” selecionamos o “Método” definido como “Rotular todas as feições da mesma maneira”. O aspecto da janela será alterado e passará a ser semelhante ao da imagem:

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Como já comentamos, nesta modalidade são muitas as opções, pelo que recomendamos aprofundar e experimentar com a ajuda do manual de usuário. No nosso caso vamos a fazer uma alteração simples na rotulagem já existente.

Clicamos no botão de “Propriedades” e será aberta uma nova janela:

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A primeira coisa que devemos definir é a expressão de rotulagem. Para isto clicamos no botão “…” da primeira linha da tabela de “Expressão de rotulagem”. Na janela que se abre indicamos que queremos rotular pelo atributo “name”, selecionando o campo e clicando em “Adicionar campo”. Poderíamos complicar a expressão de rotulagem com tudo o que quiséssemos, mas neste caso utilizaremos unicamente o atributo “name” que usamos também na rotulagem básica.

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Ao clicar em “Aceitar” vemos que a expressão já aparece na “Expressão de rotulagem”:

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Agora vamos utilizar uma opção não disponível na rotulagem básica, o halo. O halo pode ser útil em muitos casos para melhorar a visualização dos rótulos. Marcamos a opção “Usar halo” e selecionamos uma cor para o halo. Neste momento podemos selecionar outras características como o tipo, a cor e o tamanho da fonte.

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Uma vez definidas as características da Rotulagem clicamos em “Aceitar”. A janela é fechada e voltamos na de “Propriedades da camada/Rotulagem”. Agora vamos entrar nas opções de “Colocação”; ao clicar no botão será aberta a seguinte janela:

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Selecionamos a opção “Eliminar rótulos repetidos” (experimentem com outras opções para ver a diferença) e aceitamos. Aplicamos a rotulagem e já temos o resultado que buscávamos.

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Terminamos aqui este exercício, mas recomendamos que explorem as opções muito interessantes existentes, como a que permite rotular de forma diferente em função da escala de visualização. Lembramos também que as opções de rotulagem se alteram em função do tipo de geometrias da camada (pontos, linhas e polígonos).

Agora só faltam quatro artigo para terminarmos este mini-curso. Esperamos que estejam gostando desta original introdução aos SIG.

Aprendendo SIG com Game of Thrones (X): Legendas

Neste exercício vamos a aprender a alterar a simbologia de uma camada, revisando os diferentes tipos de legendas que estão disponíveis no gvSIG Desktop.

A simbologia é uma das propriedades mais importantes de uma camada. O gvSIG inclui uma grande variedade de opções para representar camadas com símbolos, gráficos e cores. Com exceção do símbolo único, nas outras legendas os símbolos são designados para cada elemento segundo seus valores de atributo e as propriedades do tipo de legenda selecionada.

Por padrão, quando se adiciona uma camada a uma Vista os elementos são representados com um símbolo único de cor aleatória, ou seja, todos os elementos da camada são representados com o mesmo símbolo. Para modificar a simbologia de uma camada devemos acessar a sua janela de “Propriedades” e selecionar a aba “Simbologia”. Vamos abrir nosso projeto de “Game of Thrones” e começar a explorar esta seção do gvSIG Desktop.

Se queremos alterar um símbolo a forma mais simples é dar um duplo clique sobre o mesmo no TOC (Tabela de conteúdos contendo a lista das camadas). Será aberta uma janela para selecionar o novo símbolo. Por exemplo vamos a fazer duplo clique sobre o símbolo da camada “Rivers”.

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Na janela que aparece podemos alterar a cor, a espessura da linha, clicar sobre uma das bibliotecas de símbolos instaladas (por padrão está “gvSIG Basic”, embora através do gerenciador de complementos podemos instalar muitas outras). Neste caso vamos especificar uma espessura de 3 e selecionar um azul mais escuro. Clicamos em “Aceitar” para aplicar as alterações.

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Em seguida vamos ver os tipos de legendas disponíveis e faremos uma para os diferentes tipos de localizações, atributo que já trabalhamos em exercícios anteriores. As possibilidades em relação a simbologia são muitas, por isso além deste exercício introdutório pode ser útil revisar a documentação adicional.

O primeiro passo a fazer é abrir a janela de “Propriedades” da camada. Com a camada ativa encontramos esta opção no menu “Camada/Propriedades” ou diretamente com o botão principal do mouse sobre a camada. Será aberto um menu que inclui o acesso às “Propriedades”.

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Acessando a aba “Simbologia” veremos uma janela com a simbologia atualmente aplicada. Na esquerda podemos ver todos os tipos possíveis de legendas. Atenção: segundo o tipo de camada (pontos, linhas ou polígonos) algumas legendas podem não estar disponíveis.

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Neste caso vamos selecionar uma legenda de “Categorias/Valores únicos”. Este tipo de legenda é utilizada para designar um símbolo para cada valor único de um campo específico da tabela de atributos da camada. Cada elemento é desenhado segundo um valor de atributo que identifica a categoria. No nosso caso selecionamos o campo de classificação “Type”; clicamos o botão “Adicionar todos” e será visualizada a legenda gerada por padrão:

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Os Rótulos (lado direito) podem ser modificados. Experimente alterar o texto.

Agora, dando um duplo clique em cada um dos símbolos será aberta uma janela na qual, clicando em “Selecionar símbolo”, podemos modificá-los ou selecionar novos símbolos a partir de nossas bibliotecas de símbolos. Após selecionados clicamos em “Aplicar” e veremos o resultado refletido em nossa “Vista”.

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A melhor forma de aprender os diferentes tipos de legendas é praticando… fica a lição. Também é recomendado instalar e provar as diferentes bibliotecas de símbolos que estão disponíveis para o gvSIG (centenas de símbolos de todo tipo!!)

Até o próximo artigo…

Aprendendo SIG com Game of Thrones (IX): Exportar Vista para imagem

No gvSIG existem ferramentas para desenhar mapas mais ou menos complexos, porém há muitos casos em que necessitamos ter uma imagem rápida do enquadramento de uma Vista do gvSIG e não precisamos nada mais; por exemplo para utilizar essa imagem em um documento que estamos redigindo.

Neste exercício vamos estudar uma ferramenta muito simples mas muito útil quando queremos ter uma imagem imediata da nossa Vista.

Para executá-la simplesmente devemos ir ao menu “Vista/Exportar/Exportar Vista para imagem”. Abrirá uma nova janela onde simplesmente indicaremos onde queremos salvar o arquivo de imagem e em que formato (jpg, png, bmp ou tiff).

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Uma ferramenta simples e útil, e muitas vezes desconhecida pelos usuários do gvSIG.

Aprendendo SIG com Game of Thrones (VIII): Calculadora de campos

A “calculadora de campos” é uma das ferramentas mais utilizadas pelos usuários de SIG na hora de editar os atributos de uma camada. O motivo é sua versatilidade e a economia de tempo que proporciona na hora de editar diferentes registros ao mesmo tempo.

Ela nos permite realizar diferentes tipos de cálculos sobre os campos de uma tabela. Esta ferramenta pode ser executada sobre todos os registros de uma tabela ou apenas naqueles que estejam selecionados.

Vejamos como funciona com alguns exercícios simples sobre nossos dados de Game of Thrones. Mas antes de começar vamos conhecer a sua interface.

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  1. Informação. Proporciona informações sobre o “Campo” ou “Comandos” selecionados.
  2. Campo. Listagem de campos da Tabela. Com um duplo clique sobre um campo adicionamos a expressão a aplicar.
  3. Tipo. Em função do tipo selecionado é atualizada a lista de “Comandos” disponíveis.
  4. Comandos. Listagem de comandos disponíveis em função do “Tipo” selecionado. Com um duplo clique sobre um comando o mesmo é adicionado à expressão a aplicar.
  5. Expressão. Operação que será aplicada sobre o campo selecionado. A expressão pode ser escrita diretamente.

Vista a teoria, passaremos a realizar nosso exercício prático.

Em primeiro lugar abrimos a tabela de atributos da camada “Locations”, que deve conter 7 colunas, se efetuamos todos os exercícios propostos. Um dos campos existentes é “type” que contém os tipos de localização (city, castle, ruin, town, other).

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Vamos imaginar que queremos adicionar uma nova coluna na qual vamos digitar o tipo de localização no idioma português. Poderíamos fazer isso manualmente, como vimos no exercício de “Edição de Tabelas”, mas graças à “Calculadora de campos” podemos fazer este exercício de forma muito mais rápida.

Seguindo os passos que aprendemos no exercício de “Edição de Tabelas”, colocamos a Tabela em edição e adicionamos uma coluna do tipo “String”, deixando o número de caracteres padrão (50). A essa nova coluna chamaremos “Tipo”. Poderíamos deixar o dado de “Valor padrão” vazio, mas para economizar tempo no preenchimento colocamos o valor “Outro” (sem as aspas). Deste modo todos os registros serão preenchidos de forma automática com este valor. Agora somente precisaremos atualizar os outros valores.

figura08_03

Neste momento a tabela ficaria assim:

figura08_04

Agora utilizaremos a ferramenta de “Seleção por atributos” para ir selecionando os diferentes valores do campo “Type”, e a calculadora de campos para preencher de forma automática as linhas selecionadas com o valor correspondente.

Chegando a este ponto, se não souber utilizar a ferramenta de “Seleção por atributos” revise o artigo em que explicamos seu funcionamento.

Vamos começar selecionando todas as linhas cujo “type” é “Castle”:

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Depois de selecionadas, clicamos no cabeçalho do campo “Tipo” (será mostrada em uma cor cinza escura).

figura08_06

Executamos a ferramenta de “Calculadora de campos”, disponível no menu “Tabela/Calculadora de campos” ou em seu ícone correspondente.

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Será aberta uma nova janela, onde poderemos escrever a expressão “Castelo” com a qual queremos que os campos sejam preenchidos. É importante lembrarmos que os textos devem ser digitados entre aspas duplas.

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Ao clicarmos em “Aceitar” serão preenchidas as células do campo “Tipo” das linhas selecionadas:

figura08_09

Repetimos a mesma operação com o restante dos valores do campo “type”. Primeiro selecionamos as linhas e depois, com a calculadora de campos, preenchemos os dados:

  • Type “City” = Tipo “Cidade”
  • Type “Ruin” = Tipo “Ruina”
  • Type “ Town” = Tipo “Povoado”

Depois de terminarmos nossa tarefa, finalizamos a edição e salvamos as alterações. Nossa tabela ficará com o seguinte aspecto:

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A “Calculadora de campos” é uma ferramenta muito potente e permite utilizar expressões complexas. Recomendamos que faça experiências com ela para descobrir todas as suas possibilidades. Até o próximo artigo!

Aprendendo SIG com Game of Thrones (VII): Adicionar coordenadas a uma tabela

Neste exercício vamos utilizar uma ferramenta muito simples mas muito útil. Permite adicionar de forma automática as coordenadas X e Y (ou Latitude/Longitude) de uma camada de pontos. Em nosso caso, com cartografia fictícia sobre o sistema de projeção EPSG 4326 (normalmente utilizado nos GPS), obteremos coordenadas que representam a latitude e a longitude.

A camada de pontos que temos é “Locations”, sobre a qual utilizaremos a ferramenta denominada “Adicionar X e Y”.

Em primeiro lugar ativamos a camada “Locations” e abrimos sua Tabela de atributos (como visto no exercício “Edição de Tabelas”).

Em seguida, executamos a ferramenta no menu “Tabela/Adicionar medição/Adicionar X e Y” ou através do seu ícone correspondente:

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Observamos como, de forma automática, são adicionadas duas novas colunas na tabela de atributos, contendo os dados das coordenadas.

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Agora já podemos enviar aos nossos dragões para as coordenadas exatas…

O próximo artigo is coming…