Arquivo mensais:maio 2013

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gvSIG: Construtor de Modelos do Sextante (Model Builder)

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Olá pessoal,
Neste tutorial vamos conhecer o Construtor de Modelos do Sextante. Através deste modelador, é possível pode construir sistemáticos procedimentos para processamento de dados vetoriais e matriciais em cadeia.

O desafio consiste em estruturar tarefas de geoprocessamento de modo que diversas interações possam gerar produtos, e estes, novos dados. Ao executar o modelo, o operador tem a opção de manter ou suprimir os dados intermediários resultantes destas interações.

ModelodoSextante

Para ser bem sucedido durante a construção dos modelos, é fundamental conhecer os algoritmos do Sextante para alcançar um resultado satisfatório. Nós utilizamos como exemplo as ferramentas para realizar uma conversão de Float 32 bits para Signed Integer 16 bits, Reprojeção, Mosaico e Cálculo de Estatísticas no Modelos Digitais de Elevação (MDEs). Utilize esta dica para construir modelos e agilizar suas tarefas de geoprocessamento.

Assista o Vídeo no Youtube: http://youtu.be/AvmWnx0BWAs

Informações Adicionais

Este tutorial foi realizado no gvSIG 1.12 Portable. Esta versão pode ser acessada através do site oficial: http://goo.gl/wzep1 | Disponível para os Sistemas Windows e Linux.

Códigos EPSG Nacionais

No Brasil temos uma lista dos códigos EPSG mais utilizados. Acesse a lista através desse link: http://goo.gl/WLncr | É preciso conhecer o código EPSG associado a um Datum para definir a projeção da Vista (Viewer) e realizar operações de troca de projeções no gvSIG.

Sobre o DEM Topodata

TOPODATA (http://www.dsr.inpe.br/topodata) é um MDE baseado no SRTM e processado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Possui Resolução Espacial de 30 metros com cobertura para o território brasileiro. Faça o download da Grade Topodata Escala 1:250.000 | http://goo.gl/jlTjM | Formato Shapefile.

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[maio/2013] Atualização da Coletânea de Links Sobre o gvSIG

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Buenas, pessoal

Depois de mais de um ano sem mexer na Coletânea de Links Sobre o gvSIG, voltamos à carga, trazendo uma nova atualização. Desta vez fiz uma revisão completa, corrigindo links quebrados, duplicados e/ou com problemas. Além disso, procurei acrescentar todos os links que consegui coletar neste meio tempo.

Terminado o trabalho, deixo aqui algumas constatações:

  • A lista cresceu! Não só em número, mas principalmente em qualidade. Podemos constatar um amadurecimento muito grande nos tutoriais que vem sido disponibilizados, o que só vem a colaborar para o crescimento da comunidade.
  • Por outro lado, o número de colaboradores não aumentou na mesma proporção. Precisamos reverter esta situação, incentivando cada vez mais o compartilhamento de conhecimentos.
  • Com o crescimento do número de links, tive que fazer uma reestruturação na divisão da classificação. Procurei reproduzir o máximo possível a estrutura do Manual do usuário do gvSIG, acrescentando algumas categorias complementares, a maioria já existente na coletânea anterior.
  • Após esta reestruturação, resolvi retirar aquele efeito “sanfona” entre as categorias. Muito embora a lista tenha ficado com uma aparência mais extensa, facilita o trabalho de quem quer pesquisar alguma referência através da busca do navegador (o famoso CTRL+F).
  • Por falar em pesquisa, observem que procurei manter o título original do artigo, inclusive preservando a língua no qual ele foi escrito. Levem isso em consideração em suas buscas, pois temos tutoriais em português, espanhol, inglês, francês, italiano, …
  • Com o lançamento da aguardada versão 2.0 do gvSIG, estão surgindo muitos tutoriais voltados para esta versão, principalmente vindos do Blog do gvSIG. Em princípio, todos os artigos que apareceram por lá até o dia de hoje sobre esta versão estão listados. Procurarei atualizar a lista conforme forem sendo lançados outros artigos, sem maiores avisos aqui no blog…
  • Na medida do possível procurei destacar quando o link é referente a uma versão específica do gvSIG, ou é aplicável a partir de uma certa versão. Por exemplo, todos os links para artigos referentes ao gvSIG 2.0 levam o nome da versão no texto descritivo do link. Não venci colocar esta informação em todos os links, mas irei padronizando com o passar do tempo.
  • Por favor, se encontrarem algum link quebrado ou qualquer outro erro, me avisem! Usem o formulário de contato, ou até mesmo o sistema de comentários do blog. E, como sempre, sugestões são sempre bem vindas!

Creio que para o momento é isso, pessoal. Por favor, usufruam da Coletânea de Links sobre o gvSIG, que já é um verdadeiro “FAQ” sobre o gvSIG ou, em outras palavras, um ponto de partida para quem quer descobrir a resposta para a pergunta: “Como eu faço isso no gvSIG?”…

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Novidades no iDea Plus Geo

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Buenas, pessoal!

Vamos iniciar as notícias da semana com o anúncio de um novo colaborador aqui no site. Afinal, já diziam os antigos: a união faz a força! Estamos unindo forças com o Jorge Santos, do conceituado blog Processamento Digital.

O Jorge é um amigo de longa data, e sempre participou ativamente da comunidade gvSIG, tanto nas diferentes forums quanto com os seus tutoriais, sempre muito explicativos e didáticos. Como ele está querendo voltar o foco do seu blog para o seu assunto original, isto é, o processamento digital de imagens, ofereci para ele o espaço aqui no iDea Plus Geo para que ele pudesse continuar a compartilhar seu extenso conhecimento no gvSIG, e ele prontamente aceitou. Portanto, nos próximos dias já contaremos com os artigos do Jorge.

Outra novidade que teremos em breve será uma nova atualização da Coletânea de Links sobre o gvSIG. Está dando um trabalho bem grande, mas certamente irá valer a pena.

Como última novidade do dia, quero fazer o pré-anúncio da disponibilização de um curso online de gvSIG, do qual serei o instrutor, através da plataforma de cursos do portal Geocursos, com início programado para o próximo mês de julho. Nos próximos dias estarei divulgando maiores detalhes, mas para quem quiser se adiantar pode conferir a página do curso.

Por hoje é isso, pessoal! Em breve nos vemos por aqui, com novos tutoriais. E deixo às boas vindas ao Jorge Santos, desejando uma longa e frutífera parceria compartilhando o geoconhecimento em formato aberto! 😉

Acrescentando novas rampas de cores ao gvSIG

Buenas, pessoal! Procurando manter ao menos uma postagem semanal sobre o gvSIG 😉

Uma das grandes reclamações dos usuários do gvSIG é quanto as rampas de cores (ou gradientes de cores, como soa melhor em português): embora funcionais, os gradientes disponibilizados por padrão no gvSIG não são um primor de beleza. Mesmo com o lançamento do gvSIG 2.0 essa situação não mudou.

A um tempo atrás o usuário Kevin Weels havia liberado um novo arquivo na lista de usuários do gvSIG, com novas rampas de cores, que complementavam as nativas do gvSIG, e o nosso amigo Jorge Santos, do blog Processamento Digital criou um tutorial ensinando a instalar essas novas rampas de cor. Infelizmente o arquivo anexo a lista não está mais disponível, e ficamos novamente “a ver navios”…

Depois de algum trabalho de garimpagem, o Jorge conseguiu localizar um backup do referido artigo, e me repassou. Aproveitando a boa vontade do nosso amigo, estudei um pouco o formato utilizado para criar os gradientes, e acrescentei aos esquemas por ele disponibilizados todos os gradientes de cores que estão no site Colorbrewer: Color  Advice for Maps, que é uma das principais referências quanto a esquemas de cores para mapas.

Pois bem. Chega de conversa e vamos aos fatos: para testar os novos gradientes, primeiramente baixe o arquivo palettes.zip e extraia o arquivo “palettes.xml” que está no mesmo. Em seguida, com o gvSIG fechado, acesse a pasta de configuração do gvSIG, cuja localização varia conforme o sistema operacional que você usa:

Windows XPC:\Documents and Settings\”username”\gvSIG
Windows SevenC:\Users\”username”\gvSIG
Linux:   /home/”username”/gvSIG

Substitua o arquivo “palettes.xml” existente nesta pasta pelo arquivo novo que foi baixado no passo anterior.

Por último, delete as pastas “colortable” e “ColorSchemes” que estão na mesma pasta (em algumas instalações a pasta “ColorSchemes” não está presente).

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Feito isso, já podemos abrir o gvSIG e desfrutar os novos gradientes de cores que estão disponíveis a partir de agora.

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É interessante ressaltar algumas observações que o Kevin fez, e que continuam pertinentes:

As rampas de cores são projetadas para trabalhar com dados raster e vetores, embora algumas sejam melhores para dados raster e algumas são melhores para dados vetoriais. O número de classes em cada rampa está entre parênteses como parte do nome da rampa.
No Windows, as rampas de cores são ordenadas alfabeticamente e sua visualização é agradável, durante a escolha de uma rampa. No Linux é diferente, pois não consigo ordenar as rampas de cores no Linux. Elas parecem aleatórias e sua visualização não é tão agradável quando as rampas são ordenadas como um grupo.
No entanto, eles estão completamente funcionais no Linux.
Para restaurar a cor padrão das rampas de cores, apague o arquivo “palettes.xml” e as pastas “ColorSchemes” e “Colortable”. Em seguida, reinicie gvSIG. O arquivo original “palettes.xml”e as pastas serão recriadas.

Espero que vocês gostem.

Calculando a área entre curvas de nível

Buenas, pessoal!

O artigo de hoje foi inspirado em uma dúvida que surgiu na Lista de Usuários do gvSIG: como calcular a área entre curvas de nível. Explicando de forma simples, temos um shape com diversas curvas de nível (que são concêntricas, obviamente), e queremos calcular a área da superfície existente entre duas cotas das curvas de nível.

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Para resolver essa questão, vamos lançar mão da ferramenta Sextante. No gvSIG 1.12 (e nas versões anteriores) o procedimento é o seguinte: Com o shape das curvas de nível selecionado no TOC, acesse o Sextante (Menu SEXTANTE > Caixa de Ferramentas). Navegue na árvore de processos até encontrar a ferramenta Polygonize (SEXTANTE > Tools for line layers > Polygonize)

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Com dois cliques sobre o nome do processo abrirá uma nova janela, onde poderemos preencher os parâmetros para a aplicação do mesmo. Em princípio, podemos aceitar as opções que vem preenchidas por padrão: Na aba “Parameters”, seção “Inputs”, selecionamos a nossa camada de curvas de nível como geradora das Polylines; na seção “Outputs”, estamos solicitando que o arquivo resultante seja gerado em um arquivo temporário (ou poderíamos selecionar o caminho e o nome do arquivo a ser gerado, se quisermos salvar o mesmo); Na aba “Output Region” podemos deixar na opção padrão, “Fit to input layers”.

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Ao clicarmos em “OK”, o processo é aplicado e obtemos uma nova camada, com os polígonos referentes a superfície entre as curvas de nível.

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Para calcularmos a área, com a nova camada selecionada no TOC, clicamos em Menu > Camadas > Adicionar informação geométrica.

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Abrirá uma nova janela, onde poderemos selecionar a informação geométrica que queremos adicionar à tabela de atributos do shape, neste caso, apenas a Área:

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Clicando em “Aceitar“, o processo será aplicado, aparecendo então uma janela comunicando este fato.

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Clicando novamente em “Aceitar” voltamos a nossa Vista. Podemos então conferir na tabela de atributos do shape que a informação da área foi adicionada na tabela (Menu Camada > Ver tabela de atributos).

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Observe que o valor da Área estará na unidade de área selecionada nas preferências da Vista. Então, devemos ter selecionado esta unidade no formato desejado, antes de executarmos esse processo.

Para os que já estão utilizando o gvSIG 2.0 o procedimento será um pouco diferente, devido ao diferente agrupamento de ferramentas adotado. Vejamos como proceder:

Em primeiro lugar, a ferramenta Sextante mudou de endereço: encontraremos ela agora no menu Tools > Geoprocessing > Toolbox (utilizarei a tradução em inglês, já que a tradução para o pt-br ainda não está completa):

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Aberta a Caixa de ferramentas de geoprocessamento, observe que todos os geoprocessos foram agrupados nesta janela. Esta é uma das novidades do gvSIG 2.0. Devemos navegar novamente na árvore de geoprocessos, até encontrar a ferramenta desejada (ou utilizar a ferramenta de busca, na parte de baixo da janela). O detalhe é que se tentarmos utilizar o processo Polygonize ocorre um erro, conforme pode ser visto abaixo:

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Felizmente temos outro processo que faz o mesmo trabalho: “Polylines to polygons“. Navegue na árvore de processos até encontrar o mesmo (Sextante > Tools for line layers > Polylines to polygons):

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Selecionado o processo, os passos são os mesmos anteriormente seguidos: preencher os parâmetros

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e clicar em “OK” para aplicar o processo. Obteremos o mesmo resultado:

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Agora, mais uma mudança: para calcularmos a área, devemos selecionar a nova camada criada e clicar no menu Table > Add measure > Area:

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Abrirá uma janela de alerta, avisando que será criado um novo campo na tabela e solicitando a nossa anuência. Basta clicar em “Yes“.

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Aplicado o processo, podemos conferir o resultado na tabela de atributos do shape:

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É isso aí, pessoal! Por hoje é só… 😉