Arquivo mensais:agosto 2011

Utilizando o GRASS Para Gerar Pontos Aleatórios no gvSIG

Buenas!
Recentemente descrevemos como gerar pontos aleatórios em polígonos utilizando a extensão SEXTANTE no gvSIG. Neste tutorial faremos uso de um algoritmo do GRASS no gvSIG para obter um resultado semelhante. Usei o termo “semelhante” porque o resultado final obtido não é igual ao do tutorial anterior, uma vez que este algoritmo gera pontos aleatórios a partir de uma vista ou de um shape, mas não permite especificar o número de pontos que serão gerados por polígono, que foi a proposta inicial do exercício feito pelo @geoluislopes. No entanto, este algoritmo é muito interessante, podendo gerar não apenas pontos aleatórios em 2D, mas também em 3D. Ou seja: certamente tem o seu momento de aplicação.
Feita esta ressalva, vamos ao tutorial propriamente dito, assumindo que você já está com o GRASS instalado no gvSIG:

Inicialmente, baixe o shape dos municípios do RS, que usaremos neste tutorial. Crie uma nova vista com a projeção WGS 84 (EPSG 4326), abra a mesma e insira o shape.

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Apliquei um zoom na área de interesse, onde quero que os pontos sejam gerados (neste caso, na região central do RS).
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Acessamos a extensão SEXTANTE, através do ícone “SEXTANTE Toolbox”. Na janela da extensão, navegamos até encontrar os algorítimos do GRASS.

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Utilizando a árvore de algorítimos, vamos navegando até encontrar o algorítimo desejado: GRASS > Vector (v.*) > v.random

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Um clic duplo no nome do algorítimo irá abrir a sua janela de entrada de dados, onde poderemos configurar as opções disponíveis. Na primeira aba, “Parameters”, vamos alterar apenas o “n”, que determina o número de pontos a serem gerados, que fixei em 50. As demais opções não nos interessam neste momento, a não ser “v.random: output(vector)”, que detemina se a camada resultante será gerada em um arquivo temporário ou se iremos salvá-la para um arquivo específico. Podemos deixar a opção default de gerar para um arquivo temporário.

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Na segunda aba, “Region”, iremos defenir a região onde o algorítimo será aplicado. Existem 3 opções:

  1. “User defined”, onde podemos determinar manualmente o local de aplicação, alterando os parâmetros “Range X” e “Range Y”.
  2. “Use extent from view”, onde poderemos escoher uma vista para aplicar o algorítimo (a visualiação atual da mesma fixará os parâmetros “Range X” e “Range Y”).
  3. “Use extent from layer”, onde poderemos esolher uma camada onde o algorítimo será aplicado (somente em toda a extensão da camada).

Escolhi a segunda opção, para gerar os pontos aleatórios na visualização da vista que estava ativa.

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Ao clicarmos em “Ok” o algorítimo será aplicado conforme os parâmetros escolhidos, e o resultado aparecerá em uma nova vista. Devemos então selecionar a camada gerada e exportá-la (Camada > Exportar para > SHP).

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Depois de exportar a camada podemos fechar a vista gerada e, voltando para a vista anterior, adicionamos a camada que salva para visualizar os resultados.

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Par conhecer maiores detalhes do algorítimo v.random, basta acessar a página do mesmo no manual online do GRASS.

Instalando o GRASS no gvSIG – Windows XP

Buenas! Para utilizar os algoritmos do GRASS no gvSIG, obviamente antes é preciso instalá-lo. Você pode fazer isso seguindo o tutorial do Jorge Santos, para windows, usando o gvSIG OADE, ou o tutorial do Esdras Andrade, ensinando a instalação no linux, também utilizando para isso o gvSIG OADE. Outro tutorial pode ser achado no blog Fuguraro GIS, que explica a instalação do GRASS tanto para o windos7 quanto para o linux, sem a necessidade de instalar o gvSIG OADE. Foi esse o procedimento que adotei, mas vou aproveitar para explicar como resolver certos “problemas” que apareceram no processo.

Para início de conversa, vá até a página de download do GRASS e baixe a última versão estável do programa. Execute o arquivo baixado, e nos depararemos com a seguinte tela:

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Clique em “Next”, e seremos apresentados a tela de licença do GRASS.

grass_gvsig02

Clique novamente no botão “Next”, e veremos a tela de escolha do local de instalação do programa. Pode aceitar a localização sugerida. Clique em “Next” mais uma vez.

grass_gvsig03

Na próxima tela, faremos a seleção do que será instalado. Se você quiser lidar diretamente com o GRASS e fazer os tutoriais de exercícios propostos, pode instalar também os dados de exemplo. No meu caso, deixei desmarcado.

grass_gvsig04

Clicando no botão “Install”, começará o processo de instalação propriamente dito:

grass_gvsig05

Terminado o processo de instalação (que é bastante demorado, não se assuste…), chegamos à seguinte tela:

grass_gvsig06

Ao clicar em “Next”, seremos apresentados à tela final da instalação do GRASS:

grass_gvsig07

Para os fins aqui propostos não precisaremos abrir o GRASS, bastando clicar em “Finish” para sair da instalação.

Vamos agora abrir o gvSIG, e ativar a extensão SEXTANTE, clicando no ícone “SEXTANTE Toolbox”

grass_gvsig08

Com o SEXTANTE aberto, vamos clicar no botão de configuração da extensão:

grass_gvsig09

Seremos apresentados à tela de configurações do SEXTANTE:

grass_gvsig10

Ao clicar na aba GRASS, seremos apresentados à tela de configuração do GRASS:

grass_gvsig11

Na opção “GRASS GIS instalation folder”, vamos selecionar o caminho da instalação do GRASS. No meu caso, C:\Arquivos de Programas\GRASS 6.4.1

Na opção “Shell interpreter (sh.exe)”, vamos localizar o caminho do interpretador de comandos do Shell. No meu caso, encontrei ele sob C:\Arquivos de Programas\GRASS 6.4.1\mysys\bin\sh.exe

Terminado este passo, basta clicar em “Setup GRASS”, torcer os dedos e esperar que tudo dê certo…

Se você é um cara extremamente sortudo, tudo terá ocorrido sem maiores problemas, e você receberá a seguinte tela, avisando que o GRASS já está instalado no SEXTANTE, e que agora contamos com mais 187 algoritmos de geoprocessamento dentro do gvSIG:

grass_gvsig12

Agora, se você é como eu, certamente vai receber uma grande quantia de mensagens de erro! 🙁

A primeira delas nos avisa que a MicoSoft não instalou no seu Windows XP a seguinte dll: “MSVCP71.dll“. Aí não tem jeito… tem que ir para a internet e baixar a dita cuja dll (um dos links que eu achei) e colocá-la na pasta “C:\WINDOWS\system32“. Feito isso, já podemos passar para as próximas mensagens de erro…

O que virá a seguir é uma grande série de avisos de que estão faltando mais… dll’s! E o pior: agora a internet já não nos ajuda tanto! A não ser por uma dica que encontrei nas listas de usuários do gvSIG: na verdade, o que acontece é que o instalador do SEXTANTE procura essas dll’s na pasta padrão do GRASS, a pasta “lib“, mas as ditas cujas estão na pasta “extralib“. Basta você copiar todas as dll’s da pasta “extralib“, e colá-las na pasta “lib” (tudo isso dentro da pasta de instalação do GRASS, que no meu caso foi “C:\Arquivos de Programas\GRASS 6.4.1“). Quando você fizer isso e clicar no “OK” da mensagem de erro que estava aparecendo no gvSIG, automagicamente desaparecerão as mensagens de erro, e seremos brindados com 0 acesso aos 187 algoritimos do GRASS no gvSIG, a partir da extensão SEXTANTE, como pode ser comprovado na próxima tela:

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Ufa! Demorou, mas conseguimos! Em breve postarei um artigo utilizando o GRASS para gerar pontos aleatórios no gvSIG. Aguardem!

Geração de Pontos Aleatórios em Polígonos no gvSIG

Buenas, retornamos para mais um artigo da Série “Quebrando Tabus: SL também faz!“, lembrando que esta série de artigos foi uma idéia do Luís Lopes (@geoluislopes), e até o momento está contando também com a adesão dos geoblogueiros Anderson Medeiros (@ClickGeo), Esdras Andrade (@geoparalinux) e do Sadeck (@sadeckgeo), que vem reproduzindo os artigos nos mais diversos Softwares Livres de Geo, comprovando que é possível realizar nesses programas atividades de geoprocessamento que antes só eram encontradas nos softwares proprietários.

Antes de começar com o tutorial propriamente dito, vamos a um pequeno esclarecimento: como o gvSIG também possui embutida a extensão SEXTANTE, o procedimento que iremos seguir é o mesmo do tutorial feito pelo Anderson Medeiros, “Kosmos GIS: Geração de Pontos Aleatórios em Polígonos“. Em outro tutorial, que farei em breve, demonstrarei como utilizar os algoritmos disponibilizados pelo GRASS, que também podem ser rodados no gvSIG através da extensão SEXTANTE.

Primeiramente, baixe o arquivo shapefile que será usado neste tutorial, contendo os limites de 5 municípios da região do Piemonte da Diamantina – Bahia. Em seguida, abra o gvSIG e crie uma nova vista, com o sistema de coordenadas do shape, WGS 84 (EPSG 4326). Abra a vista e insira o shapefile que foi baixado. Deveremos ter uma tela semelhante a esta:

ptos_aleat01 - Share on Ovi

Em seguida, vamos acessar a extensão SEXTANTE. Para isso, clique no ícone Sextante Toolbox, localizado na barra de ícones:

ptos_aleat02 - Share on Ovi

Abrirá a janela do SEXTANTE:

ptos_ale_sextante01 - Share on Ovi

 Navegue na árvore de Algoritmos: SEXTANTE > Tools for polygon layers > Adjust n point to polygon

ptos_ale_sextante02 - Share on Ovi

 Com um clic duplo no algoritmo, abre-se a janela de configuração do mesmo, onde podemos ajustar os parâmetros:

ptos_ale_sextante03 - Share on Ovi

 Na parte referente aos parâmetros de entrada, selecionamos a camada que contém os polígonos onde a operação será realizada (piemont_chapada.shp, neste caso). Nota-se ainda que poderíamos criar os pontos baseados em um valor existente em um campo da tabela de atributos do shape.

Nas opções, digitamos o número de pontos por polígono que queremos que seja gerado, e o método (“random”, para que os pontos sejam aleatórios).

Nos parâmetros de saída, podemos escolher se queremos gerar a nova camada como um arquivo temporário, ou se queremos salvar para um novo arquivo.

Ao clicarmos em “OK”, o SEXTANTE irá executar o algoritmos com os parâmetros que foram selecionados e irá inserir a camada criada na vista ativa. Ao fecharmos a janela do SEXTANTE veremos o nosso resultado final:

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 Lembre-se de salvar a nova camada, selecionando-a no TOC e, em seguida, clicando em Camada > Exportar para… > SHP.

Por enquanto é isso, pessoal. Em breve estarei postando o artigo que executa uma função semelhante, mas utilizando os algoritmos do GRASS dentro do gvSIG.

Em tempo: para o pessoal que acompanha a Série “Quebrando Tabus: SL também faz!” pelo twitter, criamos uma hachtag especial para as twittadas sobre o assunto: #SLGeoTbFaz. Assim, fica mais fácil de acompanhar as postagens e de realizar buscas sobre o assunto 😉

Convertendo coordenadas de GMS para Graus decimais

Buenas! A sabedoria popular nos diz que a necessidade é a mãe das invenções, e essa verdade se confirma no nosso dia-a-dia, inclusive na área de Geoprocessamento.

Semana passada surgiu uma dúvida na Lista brasileira de usuários gvSIG, sobre como converter uma série de pontos que estavam com suas coordenadas no formato Graus Minutos e Segundos para Graus decimais, que é o formato que o gvSIG reconhece. Imediatamente lembrei-me do tutorial do blog Processamento Digital, “Convertendo Coordenadas para Graus Decimais“, onde o Jorge Santos disponibiliza um tutorial e uma planilha ensinando a fazer a dita conversão. O único detalhe é que a planilha disponibilizada exigia que as coordenadas em GMS estivessem separadas, cada uma em uma coluna (Graus, Minutos e Segundos), o que não era o caso. Um pouco mais de pesquisa, e encontramos as funções que analisam a string de entrada no formato GMS e separa ela nas respectivas colunas, para que finalmente possam ser convertidas para graus decimais.

Vou deixar vocês com o Jorge Getúlio Vargas Freitas, que foi o autor da dúvida, e também quem implementou a solução:

Frequentemente é necessário carregar dados no GVSIG contidos em planilhas (Excel, BROffice, etc), cujo georreferenciamento seja em coordenadas geográficas, as mesmas devem estar no formato “graus e decimais” (GG,dddd) precedidas de sinal “-” ou “+”, conforme os respectivos hemisférios das latitudes e longitudes.

Como exemplo, caso as coordenadas de um ponto constantes de uma planilha, que devem ser carregados no GVSIG, sejam latitude = 28° 36′ 0,18″ S e longitude = 48° 52′ 6,71″ W, as mesma devem ser convertidas para – 28.60005°  e -48.86853056, respectivamente. Ressalta-se que deve ser utilizado o “ponto” como separador de decimal. Ressalta-se que essas coordenadas para o EXCEL, ou para os programas similares, não são “entendidos” como números mas sim como textos.

Na grande maioria das vezes a planilha contém um grande número de pontos, cujo procedimento de mudança de formato individual se torna impraticável pelo tempo que tomará para ser executado. Desse modo, deve-se empregar a programação para automatizar e agilizar esses procedimentos, cujos procedimentos e dados para cálculos constam na tabela de exemplo. Em vista do fato do EXCEL e similares considerar o formato GGMMSS como texto, foram utilizadas 4 coluna para a mudança de formato de cada coordenada, isto é, 4 para a longitude e 4 para a latitude, sendo 1 para o grau, 1 para o minuto, 1 para o segundo e 1 para a soma dessas 3 anteriores, já com o sinal correspondentes ao sinal de cada coordenadas em função do correspondente hemisfério. No caso da planilha em anexo as fórmulas só consideram coordenadas do hemisfério sul (S) e do oeste (W). Caso haja muitas coordenadas tanto no hemisfério sul quanto no norte, há necessidade de acrescentar instruções no programa para ser possível reconhecê-los automaticamente.

Lembre-se que o GVSIG só carrega planilhas através do menu TABELAS e que estejam no formato DBF ou CSV (separados por vírgula). Desse modo, após a mudança de formato das coordenadas dentro da planilha, com ponto em substituição a vírgula para separar os decimais da parte inteira, deve-se salvar a planilha no formato CSV ou DBF para ser carregada e entendida pelo GVSIG, por meio do menu TABELAS. Após isso, deve-se ativar o menu VISTA e abrir uma vista. Uma vez aberta uma vista, clicar no menu superior VISTA e clicar na opção “ADICIONAR CAMADA DE EVENTOS”. Caso os pontos não apareçam logo em seguida aparecer o nome da camada com o nome da planilha ou com o nome que você deu, deve-se clicar com o botão da direita do mouse sobre o nome da camada carregada e depois clicar na opção “ZOOM NA CAMADA” que os pontos serão centalizados na tela.

Espero que o texto acima possa vir a contribuir para tirar eventuais dúvidas que usuários possam vir a ter na utilização do GVSIG, como foi meu caso. Além disso, já passei sugestão para que fosse incluído numa versão a possibilidade de utilização de vários formatos de coordenadas geográficas, principalmente nos mapas, que só permite em GG,DDDDD. Mas não sei ainda se incluiram nesta última versão.

Não se esqueça de baixar o arquivo da TabelaExemplo, e estudar como o processo foi feito ;).

Geoprocesso Dissolver no gvSIG

Buenas, marcando o retorno dos tutoriais de gvSIG aqui no blog iDea Plus Geo, hoje eu vou aproveitar a carona com a postagem do Luís Lopes, responsável pelo blog Geotecnologias Luís Lopes. Hoje ele começou uma nova série de postagens, com o título “Quebrando tabus: SL também faz!”, mostrando que ferramentas presentes em software proprietário (no caso o ArcGIS, que é o mais utilizado) também estão disponíveis em softwares livres com a mesma eficiência.

O artigo de lançamento da série foi “Série “Quebrando tabus” | Ferramenta Dissolver no QGIS“. O que eu estou propondo aqui é realizar no gvSIG o mesmo exercício que foi feito no QuantumGIS, mostrando assim mais uma alternativa de software livre. Vamos ao tutorial:

Em primeiro lugar, baixe o arquivo shp que vamos usar neste tutorial, contendo os municípios do estado da Bahia. Descompacte os arquivos na sua pasta de trabalho.

Em seguida, abra o gvSIG. Crie uma nova vista, e, nas propriedades, altere a projeção da vista para EPSG 4170 (SIRGAS, para estar condizente com a projeção do arquivo shp que iremos trabalhar. Se quisermos trabalhar em outro sistema de projeção, necessitaremos realizar a reprojeção do arquivo shp). Abra a vista para começarmos o trabalho propriamente dito.

Estando com a vista aberta, vamos inserir o arquivo shape dos município baianos. Para tanto, clique no ícone de adicionar camadas, ou faça o caminho: Menu Principal > Vista > Adicionar camada. Na janela que se abre, clique em “Adicionar”, escolha a pasta onde você salvou o arquivo desejado (observe se está selecionado “gvSIG shp driver” no tipo de arquivo a abrir), selecione o arquivo e clique em “Aceitar”. O gvSIG adicionará o arquivo shape para a área de trabalho da vista, e deveremos ter algo parecido com a seguinte tela:

Tela 1 - Municípios Bahianos

O geoprocesso Dissolver é aplicado quando queremos agregar feições com base num mesmo atributo. Neste caso, vamos gerar um novo shape, onde iremos agregar os municípios da Bahia segundo a sua divisão por Mesoregiões. O atributo pelo qual vamos agregar precisa fazer parte da tabela de atributos do shape. Para verificar isso, podemos seguir o caminho: Menu Principal > Camada > Ver tabela de Atributos, ou clicar no ícone correspondente.

Tela 2 - Tabela de atributos

 Agora, iremos aplicar o geoprocesso propriamente dito: Clicamos em Menu Principal > Vista > Gestor de Geoprocessos. Irá abrir a janela do Gestor de Geoprocessos, onde deveremos navegar na árvore de geoprocessos à esquerda, até encontrarmos o geoprocesso “Dissolver” (Geoprocessos > Análises > Agregação > Dissolver).

Tela 3 - Geoprocesso Dissolver

Na parte direita da tela aparecerá uma descrição deste geoprocesso. Clicando em “Abrir Geoprocesso”, aparecerá a janela de Ferramentas de análise. Devemos selecionar na “Camada de entrada” a camada a partir da qual iremos realizar o geoprocesso de dissolver (caso queira dissolver limites a partir de uma seleção, marque a opção “Usar somente os elementos selecionados”, tendo selecionado previamente os elementos). Em “Campo para dissolver” devemos selecionar o campo que será utilizado para realizar a agregação, que neste caso, é o campo “MESOREGIÃO”. No campo “Camada de saída”, clique em “Abrir” e dê um nome e um destino ao novo arquivo que será gerado. Após isto, clique em “Aceitar”.

Tela 4 - Opções do Geoprocesso Dissolver

O gvSIG fará o processamento e adicionará automaticamente a camada resultante na vista ativa. Podemos verificar na próxima imagem o processamento finalizado, com o estado da Bahia dividido em suas Mesoregiões, a partir do shape de municípios:

Tela 5 - Geoprocesso Dissolver finalizado

E assim terminamos de estudar mais um geoprocesso disponível no gvSIG. Por enquanto é isso pessoal!

Como baixar imagens georreferenciadas do Google Earth usando o Elshayal Smart GIS

A algum tempo atrás publiquei um artigo falando sobre o “Elshayal Smart Web – o primeiro GIS árabe“. Muito embora o programa [ainda] não seja open source, é disponibilizado como um freeware. Disponível apenas a plataforma Windows, pode ser rodado no Linux a partir do Wine, mas perde algumas características interessantes, principalmente a integração com o Google Earth.

O autor tem investido na criação de uma comunidade ao redor do programa, e já conta com um grupo de discussões no Facebook, e um canal de vídeos no Youtube. E é deste último recurso que retiramos a dica de hoje: Baixando imagens georreferenciadas do Google Earth usando o Elshayal Smart GIS, que pode ser conferido nos vídeos abaixo.

Parte 1:

Parte 2

Apesar das restrições existentes para o uso das imagens do Google Earth, pode ser uma opção bem interessante em um momento de necessidade. No canal de vídeos do Elshayal no Youtube existem outros tutoriais que valem a pena serem conferidos.

Geolinks 12/08/2011

Buenas,

A partir de hoje começo uma nova categoria de artigos aqui no blog: Geolinks.

A proposta desta seção do site será disponibilizar os links e indicações de materiais que vou coletando pelas minhas andanças pela internet. Twitter, Facebook, Google Plus, Tumblr, Orkut, Planets, Blogs, Listas de Discussão, Grupos… as fontes são quase infinitas, e muitas vezes acabo não lembrando “onde está aquele link que eu vi a pouco”, e que “viria a calhar” exatamente agora!

Sendo assim, essa seção do blog iDea Plus Geo passa a ser um repositório de links sobre geotecnologias. E vamos aos links de hoje: