Links #gvSIG da Semana [25/2014]

Buenas, pessoal!

Novamente destacando os principais links sobre o gvSIG que foram notícia nas redes sociais durante a semana. Hoje apresentamos os links da 25ª semana de 2014 (de 02 a 08/06/2014):

Links da Semana [24/2014]

Buenas, pessoal!

Continuando com este novo formato de posts no blog, destacando os principais links sobre o gvSIG que foram notícia nas redes sociais durante a semana.
Hoje apresentamos os links da 24ª semana de 2014 (de 26/05 a 01/06/2014):


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[UPDATE] Experimentando a nova tradução para o pt-BR do gvSIG

Buenas, pessoal!

Assim que publiquei o post “Experimentando a nova tradução para o pt-BR do gvSIG“, recebi um retorno do Mario Carrera, da Associação gvSIG, alertando para o fato de que o pacote de traduções do gvSIG já foi criado e está disponível para download através do Gestor de Complementos (Addons Manager, para quem ainda não tem a versão traduzida), para os que já estão trabalhando com a Build 2227 do gvSIG 2.1.

Como o procedimento para a atualização de idiomas a partir do gvSIG 2.1 será feito desta forma (Gestor de Complementos), tomei a liberdade de fazer um update no tutorial, explicando esta implementação:

Em primeiro lugar, abra o gvSIG 2.1 (lembrando: somente para versões a partir da Build 2227), e acesse o menu Tools > Addons manager:

traduc01

Será aberta a janela do instalador de pacotes (Install package), e deveremos selecionar a opção de instalação a partir de uma URL (Installation from URL), deixando a URL que já está presente. Em seguida, clicar no botão “Next”:

traduc02

Após o gvSIG conseguir conectar com o servidor, a janela de seleção de pacotes disponíveis aparecerá. Clique no botão “Types”, para facilitar a localização do pacote de tradução:

traduc03

Selecione o tipo de pacotes “translations”, para aparecer apenas os pacotes de traduções na lista de pacotes. Em seguida, selecione para instalação o último pacote de tradução disponível, e clique no botão “Next”:

traduc04

Abrirá a janela de download. Clique no botão “Start download”, e será iniciado o download dos arquivos de tradução:

traduc05

Quando o download terminar, clique no botão “Next” e, em seguida, no botão “Finish”:

traduc07

Terminado o processo de instalação, receberemos um alerta de que as alterações somente terão efeito depois de reiniciarmos o gvSIG:

traduc08

Depois de reiniciar o gvSIG, já poderemos desfrutar da interface traduzida para a nossa língua-mãe:

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Por hoje é isso, pessoal! Agora vamos aguardar o lançamento da versão final do gvSIG 2.1!

Links #gvSIG da Semana [23/2014]

Buenas, pessoal!

Experimentando um novo formato de posts aqui no blog, destacando os principais links sobre o gvSIG que foram notícia nas redes sociais durante a semana. Por favor, se tiverem outros links para indicar, usem o espaço dos comentários logo abaixo, que eu incluo no corpo do artigo.
Iniciamos com os links da 23ª semana de 2014 (de 19 a 25/05/2014):


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Experimentando a nova tradução para o pt-BR do gvSIG

Buenas, pessoal!

Uma pequena postagem, enquanto nos preparamos para voltar com “força total” (o que vai demorar mais alguns dias, infelizmente…).

Quem acompanha o gvSIG já deve estar sabendo que estamos próximos do lançamento da versão 2.1, que está chegando com muitas melhorias, tanto em estabilidade, quanto em recursos, comprovando o amadurecimento que toda a comunidade de usuários está aguardando ansiosamente.

Uma das melhorias que teremos nesta nova versão é a volta das traduções, que apresentaram vários problemas quando da migração do gvSIG da versão 1.12 para as versões 2.x, agora de uma maneira mais completa e abrangendo a totalidade do aplicativo. A Comunidade Brasileira de Usuários de gvSIG esteve envolvida nos últimos dias no trabalho de revisão e tradução das strings presentes no gvSIG, e esse trabalho já estará disponível no lançamento da versão final do gvSIG 2.1.

No entanto, se você é “curioso” e gostaria de experimentar a nova tradução, existe um “jeitinho”, que estaremos explicando a seguir:

Primeiramente, entre na página das versões em desenvolvimento do gvSIG, e baixe a última versão em desenvolvimento disponível para sua máquina (no momento que escrevo este post, é a Build 2227). Faça a instalação da nova versão (se não souber como, pode acompanhar este tutorial de instalação do gvSIG 2.0). Como é uma versão de testes, pode apresentar alguma instabilidade, então, se for utilizar como versão de trabalho, faça por sua própria conta e risco. Lembrando que você pode escolher uma pasta diferente do que a na qual você tem instalada a versão estável do gvSIG 2.1, o que te permitirá rodar as duas versões de forma independente.

Depois de instalado, precisamos fazer uma pequena operação manualmente: faça o download do arquivo zipado text_pt_BR.properties. Depois de baixado, extraia o arquivo “text_pt_BR.properties” e salve-o dentro da pasta de tradução da versão do gvSIG que você acabou de instalar. Vai depender um pouco de onde você salvou, mas no meu computador ela está localizada em “/gvSIG-desktop/gvSIG-desktop-2.1.0/i18n/translations.all/” (as pastas que não variam são as que estão em negrito, isto é, precisamos salvar dentro da pasta “translations.all“, que está dentro da pasta “i18n“, localizada dentro da pasta onde você instalou o gvSIG 2.1).

Feito isso, podemos abrir o gvSIG normalmente, e selecionarmos a linguagem “Português/Brasil” nas preferências (tutorial ultra-rápido: Menu Exibir > Configuração; na janela que abre, selecionar Geral > Idioma, ativar Português/Brasil e clicar em “Aceitar”)

Pronto! Já podemos desfrutar da nova tradução do gvSIG para o pt-BR! Você pode verificar, inclusive, que agora a tradução já é aplicada na mesma seção de trabalho, sem que sejamos obrigados a reiniciar o gvSIG para trabalharmos com os menus na linguagem selecionada. [Aqui cabe apenas uma ressalva: como essa característica ainda não foi totalmente implementada, algumas strings ainda não estarão traduzidas corretamente. Não se assuste: simplesmente reinicie o gvSIG, e a tradução completa estará lá. Isso está sendo corrigido para a próxima versão. Lembre-se que estamos apenas fazendo uma gambiarra para quem quer usar/conhecer a nova tradução antes que ela seja lançada oficialmente).

Buenas, por enquanto é só, pessoal! Note que ainda existem algumas áreas do gvSIG que permanecem sem tradução (notadamente as Ferramentas > Symbols, Scripting e Development), mas estamos trabalhando nisso!

Um abraço a todos, e até o próximo artigo…  ;)

Bem vindos [de volta] ao iDea Plus Geo

Buenas, pessoal!

Depois de quase um ano sem postar nada por aqui, por razões as mais diversas, e que não é o momento de explicar, volto a dar uma atenção ao iDea Plus Geo.

Nesse meio tempo em que fiquei “fora”, andei me estressando com o WordPress, plataforma em que o blog funciona. Pois bem, parece que o WP resolveu me sacanear de vez, e sumir com os meus posts! Deu muito trabalho, mas consegui recuperar praticamente tudo (tenham paciência com as imagens… eu prometo que vou recuperá-las!). Como eu já estou “por aqui” com ele, estou fazendo alguns testes para ver qual caminho tomar.

Desculpem pelo transtorno, e nos vemos em breve!

convite_webinar

Webinar gvSIG 2.0 – Um convite para a comunidade #GEO

Buenas, pessoal!

O iDea Plus Geo vem fazer companhia a Associação gvSIG e ao MundoGEO para convidar toda a comunidade de geotecnologia a participar de um seminário online em Português sobre o novo gvSIG Desktop 2.0.

Com inscrições gratuitas, este webinar destina-se a todos os usuários, desenvolvedores e profissionais que utilizam o gvSIG como ferramenta GIS ou que pretendem utilizá-lo, e apresentará as funcionalidades da versão 2.0 e o seu futuro.

Os participantes poderão interagir com o apresentador, enviando suas questões através do chat. Após o webinar, serão enviados certificados digitais de participação a todos que estiverem online na sessão.

Detalhes do Webinar:

  • Webinar: gvSIG Desktop 2.0 – Em Português
  • Data: 24 de Julho de 2013
  • Horário: 11:00 (horário de Brasília) – 14:00 (UTC)
  • Hora local: http://www.timeanddate.com/worldclock/fixedtime.html?msg=gvSIG+Desktop+2.0+-+Em+Portugu%C3%AAs&iso=20130724T11&p1=45
  • Linguagem: Português
  • Palestrantes: Eliazer Kosciuk, Engenheiro Agrônomo, Extensionista Rural da Emater/RS e coordenador do blog iDea Plus Geo; e Wilson Holler, Engenheiro Cartógrafo, Supervisor do Núcleo de Análises Técnicas da Embrapa Gestão Territorial.
  • Requisitos de Sistema:
    • PC – Windows 7, Vista, XP ou 2003 Server
    • Macintosh – Mac OS X 10.4.11 (Tiger) ou mais recente
    • Mobile iPhone/iPad/Android
    • (pois é… infelizmente não há opção para a plataforma Linux :( )

Fica aqui o nosso convite: participe do nosso Webinar, e venha conhecer as novidades do gvSIG 2.0. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas!

Reserve já seu espaço neste seminário online: https://www2.gotomeeting.com/register/251500890

Cálculo de área entre curvas de nível – voltando ao assunto

Buenas, pessoal!

A algum tempo atrás publicamos um tutorial sobre Cálculo de área entre curvas de nível, onde procuramos resolver uma dúvida que surgiu na lista de usuários do gvSIG através da aplicação de vários geoprocessos, e onde pudemos aprender várias técnicas do gvSIG. No entanto, no referido artigo trabalhamos com uma simplificação dos dados, e quando fomos trabalhar com dados “reais”, num segundo momento, percebemos que estavam ocorrendo alguns problemas com o procedimento, e não estava sendo gerado o resultado esperado.

Uma das vantagens de trabalhar em comunidade é que o conhecimento é compartilhado, bem como as tentativas de resolver os problemas que aparecem. E foi com a ajuda do Gustavo Agüero Córdoba, que mantém o excelente blog GvSig Consultores AA, que conseguimos não apenas resolver o problema que apareceu, mas também ampliar os conhecimentos não só sobre o gvSIG, mas também sobre os geoprocessos, o Sextante e outras ferramentas que estão disponíveis para a nossa utilização. O objetivo desse artigo é compartilhar esse conhecimento que foi gerado. Vamos aos fatos:

Revisando a questão geradora apresentada, nosso objetivo será calcular a área existente entre uma série de curvas de nível, que foram digitalizadas na forma de um arquivo shape de linhas. Para isso, teremos que transformar essas linhas em polígonos, para que seja possível medir a área.

Para trabalharmos com dados reais, estarei utilizando os arquivos shapes das curvas de nível do estado do Rio Grande do Sul, obtidos do DVD Base Vetorial Contínua do Rio Grande do Sul – Escala 1:50.000, material editado pelo Laboratório de Geoprocessamento do Centro de Ecologia da URGS. Por razões de direitos autorais, e também de tamanho do arquivo, não estarei disponibilizando o arquivo total, e sim apenas um arquivo com os shapes da área de interesse e as respectivas curvas de nível que estão contidas na área de interesse que iremos trabalhar.

Nessa primeira parte do tutorial iremos trabalhar no gvSIG passo-a-passo, executando cada um dos algoritmos necessários para alcançar o nosso objetivo. Em um próximo tutorial mostraremos como automatizar o processo através da execução de um modelo do sextante, que iremos  criar.

Buenas… chega de conversa e vamos botar a mão na massa! Em primeiro lugar, vamos criar um projeto, e nele inserir uma nova vista, com projeção WGS84/UTM zone 22S (EPSG 32722), que é o sistema de referência utilizado pelo shape que iremos trabalhar. Nesta vista, inseri o shape das curvas de nivel do RS, e também o shape da área de interesse que queremos trabalhar, conforme pode ser visualizado abaixo:

curvas01

Neste tutorial iremos utilizar apenas os geoprocessos disponibilizados pelo Sextante, muito embora alguns dos algoritmos também estejam disponíveis nas ferramentas de geoprocessamento do gvSIG.

O primeiro processo que iremos aplicar é o Cortar (ou Clip), para podermos selecionar apenas as curvas de nível que estão dentro da nossa área de interesse.

curvas02

 Para tanto, abrimos o Sextante e procuramos pelo geoprocesso Cortar (Clip). Na janela que abre, selecionamos a camada das curvas de nível como Camada a recortar, e a camada da área de interesse como Camada de recorte. Em seguida, selecionamos o local e o nome do arquivo que iremos gerar, no campo Camada recortada [vetorial], e clicamos em OK. O geoprocesso Cortar será aplicado, e teremos uma nova camada no nosso TOC, com o resultado: uma camada shape (vetorial) de linhas que representam as curvas de nível existentes na nossa área de interesse. A partir de agora podemos descartar a camada de curvas de nível total, e aproveitar para renomear a camada de resultado para algo mais significativo, de forma a não nos perdermos no processo. Lembramos que o arquivo que está disponibilizado para download contém exatamente esses dois shapes, portanto, você poderá executar o processo com esse material.

curvas03

 Muito bem. Teoricamente poderíamos aplicar o geoprocesso Poligonar linhas (Polygonize) diretamente sobre essa nova camada gerada, que teríamos o resultado que buscamos. Vejamos o que acontece. Primeiramente, os dados de entrada:

curvas04

E o resultado obtido:

curvas05

Como podemos ver, não obtivemos o que esperávamos! Mas, por quê? A resposta é simples, e está contida na descrição da rotina que utilizamos: “Este algoritmo converte  linhas em polígonos, considerando apenas as bordas (limites ou fronteiras), as quais descrevem áreas fechadas, e sem retornar polígonos sobrepostos”. Ou seja: o algoritmo aplicado fez apenas o que ele foi programado para fazer… converteu apenas as linhas cujas áreas estavam fechadas. As demais não puderam ser transformadas em polígonos por não estarem fechadas.

Para contornarmos esse problema precisamos forçar o fechamento dessas curvas. Como fazer isso? Utilizando o polígono definido pela área de interesse, que contorna a nossa área, e unindo ele com as curvas de nível. Esse processo deve ser feito em dois passos, pois a área de interesse é um polígono, e precisaremos antes transformá-la em uma polilinha, para depois podermos finalmente uni-la com as curvas de nível. Para converter um polígono em polilinhas utilizaremos o geoprocesso… Converter polígono em polilinha (Polygons to polylines):

curvas06

 Na seção Entradas, Camada vetorial, definimos como camada de Polígono a ser convertida a camada que contém a área de interesse, e definimos em Resultados, Linhas [vetorial], o caminho e o nome para o arquivo shape que será gerado pelo algoritmo. Ao clicarmos em OK o geoprocesso será aplicado e obteremos como resultado uma nova camada, que contém a nossa área de interesse, agora como uma flamante polilinha:

curvas07

Agora podemos passar para o próximo passo: juntar as duas camadas de polilinhas, de modo a forçar o fechamento das curvas de nível, utilizando o geoprocesso Juntar (Merge):

curvas08

 Na janela do algoritmo Juntar (Merge), na seção Entrada, Camada vetorial, definimos como Camada principal a camada que contém as curvas de nível, e como Camadas adicionais selecionamos a camada que geramos no passo anterior, contendo a nossa área de interesse transformada em polilinha. Ao clicarmos em OK o geoprocesso será aplicado e obteremos como resultado uma nova camada contendo a junção das duas camadas que especificamos:

curvas09

Mais uma vez, teoricamente, agora já poderíamos aplicar o geoprocesso Poligonar linhas (Polygonize) e teríamos o nosso resultado esperado. Se os dados com os quais estivermos trabalhando estiverem corrigidos topologicamente, poderíamos estar acabando o nosso trabalho. No entanto, não é esse o caso, como pode ser visto na figura abaixo, que mostra o resultado da aplicação do algoritmo Poligonar linhas (Polygonize) na camada que obtemos no passo anterior:

curvas09a

Isso acontece porque os nossos dados não foram tratados topologicamente, conforme pode ser conferido na próxima figura, onde demos um zoom na área de curvas de nível e selecionamos algumas delas:

curvas10

Como podemos observar, algumas linhas estão “rompidas”. São linhas que, embora pertençam a mesma curva de nível, estão separadas, mas não conseguíamos visualizar isso pela simples observação. Possivelmente esse erro foi gerado no processo de digitalização das curvas de nível. Para alcançarmos o nosso objetivo precisamos aplicar um algoritmo que consiga unir estas linhas, deixando assim o nosso arquivo topologicamente correto.

O algoritmo a ser usado neste caso será o Juntar linhas adjacentes (Join adjacent lines):

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 Na seção Entrada, Camada vetorial, definimos como Camada de entrada a camada que obtivemos no último passo realizado, isto é, a camada de polilinhas resultante da junção das curvas de nível com a área de interesse. Em Opções, definimos o valor de 1.0 para Tolerância. Por último, definimos em Resultados, Resultados[vetorial], o caminho e o nome que será usado para o shape resultante do processo. Clicamos em OK, e teremos o geoprocesso aplicado e obteremos no TOC uma nova camada, agora com as polilinhas das curvas de nível devidamente corrigidas.

curvas12

Finalmente poderemos aplicar o geoprocesso Poligonar linhas (Polygonize) sobre a camada resultante:

curvas13

E obteremos a nossa camada de polígonos, contendo a área entre as curvas de nível:

curvas14

Se selecionarmos alguns dos polígonos poderemos comprovar que agora obtemos os mesmos corretamente:

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No entanto, não obstantemente… ainda teremos um passo a realizar antes de calcularmos a área entre cada curva de nível:

Como havíamos comentado anteriormente, algumas curvas de nível tinham erros de restituição, o que gerava problemas de topologia. Ao corrigirmos esses erros com a junção de linhas próximas, conseguimos solucionar os problemas de topologia, mas algumas vezes a aplicação desse processo pode gerar alguns polígonos extras que, mesmo pequenos, alteram a área resultante. Como esse arquivo em que estamos trabalhando parece ter sido afetado por todas as instâncias possíveis da Lei de Murphy, também tivemos presente este problema, como podemos observar neste zoom da aplicação da área de interesse sobre a nossa camada de polígonos final (área em amarelo):

curvas16

Para corrigir este problema basta aplicar novamente o geoprocesso Cortar (Clip), agora usando como Camada a recortar a camada de polígonos que acabamos de gerar, e como Camada de recorte, a camada que contém o polígono da área de interesse. Com isso, conseguimos delimitar os polígonos apenas dentro da área de interesse, conforme podemos visualizar abaixo:

curvas16a

Agora poderemos, finalmente, obter o dado que buscávamos no início do nosso tutorial: calcular qual a área dos intervalos entre as curvas. Para tanto, basta acessarmos o menu Camada > Adicionar informação geométrica e, na janela que se abre, selecionar em Camada a camada relativa aos polígonos das curvas de nível corrigidas e, em seguida, selecionar Área na coluna da esquerda e clicar na seta para a direita, de forma a passá-la para a coluna da direita.

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Clicando em Aceitar, a informação referente a área de cada um dos polígonos será acrescentada na tabela de atributos do shape:

curvas17b

Sempre é interessante, em qualquer trabalho que façamos, comprovar a confiança dos resultados obtidos. Neste caso, essa comprovação está diretamente relacionada com a área total da nossa área de interesse. Sendo assim, é importante verificarmos se a soma das áreas das curvas de nível individuais é igual a área da nossa área de interesse (podem ocorrer pequenas variações para mais ou para menos, em virtude das abstrações que foram aplicadas, mas essas diferenças não podem ser significativas).

Para obtermos essa comprovação devemos utilizar uma das ferramentas que nos possibilitam obter a soma de um campo de uma tabela, como por exemplo, as estatísticas de tabela. Conforme podemos visualizar abaixo, no nosso caso está tudo “nos conformes” (a diferença está na :

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Antes de encerrarmos essa parte do tutorial, cabe uma pequena mas importante observação: muito embora todos esses procedimentos tenham sido executado no gvSIG 1.12, eles podem ser completamente reproduzidos utilizando o gvSIG 2.0, pois todos os recursos aqui utilizados estão disponíveis e funcionais na nova versão do gvSIG.

E por hoje é só, pessoal! No próximo artigo veremos como utilizar o modelador do sextante para fazermos o mesmo processo de forma automatizada. Voltamos em breve!

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Minha homenagem a um balzaqueano

Buenas, pessoal! Hoje eu vou sair um pouco da programação “normal” do nosso iDea Plus Geo para fazer uma homenagem a alguém que está completando 30 anos exatamente nesta data.

Peço desculpas aos nossos leitores pela leve alteração de rumo, mas depois de vocês lerem este pequeno artigo certamente vão concordar comigo que a homenagem é merecida. Afinal, se não fosse pelo que aprendi com ele, dificilmente eu estaria escrevendo neste blog hoje…

Como eu não gosto de muita enrolação, vou revelar logo a identidade do homenageado: o padrão MSX de computadores!

–  O quê??!!? O que é que é isso? Uma brincadeira? Que bicho é esse?

Não se assustem! Como eu disse, ele está fazendo 30 aninhos… Exatamente a 30 anos atrás, no dia 27 de junho de 1983, era anunciado o padrão MSX de computadores. Não vou entrar em maiores detalhes aqui sobre este microcomputador de 8 bits, 64 Kb de memória (e você reclamando que o seu PC “só tem 4 Gb”…), cujo “monitor” era uma tela de TV. HD, DVD, pendrive? Nops… só um gravador de fita K7 (o famoso “datacassete”). Só bem mais tarde é que ele adotou os disquetes (primeiro o de 5 1/4 e só depois os de 3 1/2, que alguns dos que leem esse blog talvez conheceram…).

–  Tá bom, mas, o que isso tem a ver com gvSIG e Geoprocessamento?

Nada, ué… e… tudo, também! Porquê através desse “senhor” que está entrando na meia-idade eu comecei a conhecer o fantástico mundo da informática.

Já ouviram falar daquela história de que tudo de importante que a gente precisa aprender nos é ensinado no Jardim da Infância? Aqui o paralelo é verdadeiro: foi nesse “micrinho” que eu aprendi sobre lógica de programação, processadores de textos, planilhas de cálculos e bancos de dados. E podem ter a certeza de que esse aprendizado tem servido em todas as áreas da minha vida…

Mas, mais importante até que esse aprendizado técnico, tem sido o aprendizado social. Foi através do MSX, e da grande comunidade de usuários entusiastas que se criou ao redor dele, que eu aprendi a buscar por contra própria soluções para os problemas enfrentados, a superar dificuldades com os recursos disponíveis (tínhamos que, literalmente, tirar leite de pedra!), a compartilhar o conhecimento e as descobertas que íamos fazendo, a unir forças com outros usuários para transpor barreiras… Ou seja: valores da comunidade open source que já eram praticados antes mesmo que esse termo fosse cunhado!

Se você ficou curioso sobre o MSX, que também é conhecido como “o mais mágico dos microcomputadores”, basta fazer uma pesquisa no Google. Você vai se espantar com a quantidade de links… Mas, como início dessa jornada, recomendo o podcast Retrocomputaria, que tem vários episódios dedicados a esse micro. Aproveite para aprender um pouco sobre a história da computação, e outras linhas de microcomputadores que fizeram parte desses primórdios (Sinclair, ZX Spectrum, TRS, TRS-Color, Amiga, Commodore 64, TK82, ZX-81, TK90X serão alguns nomes que você vai lembrar/conhecer). Não posso deixar de citar o meu próprio blog sobre o MSX, o Klax MSX… está passando por reformas, mas ainda tem alguns conteúdos por lá. (Em breve ele vai voltar a ter todo o conteúdo que estava disponível antigamente. Aguardem!)

E, se você for o feliz possuidor de um MSX, em qualquer dos seus “sabores” (MSX 1, MSX 2, MSX 2+ ou MSX TurboR), faça um favor a você mesmo: tire ele da caixa, dê um abraço de felicitações nele, e passe um bom tempo com o seu amigo!

Agora, se você tem um MSX em casa (ou qualquer outro microcomputador clássico, ou qualquer material relacionado com ele, como livros, revistas, mídias, periféricos), e acha que ele está apenas ocupando espaço, faça um msxzeiro feliz: aproveite o dia, faça uma doação, e dê um destino mais nobre para ele! Se quiser um voluntário para receber essas doações, pode usar o nosso formulário de contato para isso, que eu dou um jeito…  ;)

Um abraço a todos, e voltemos a nossa programação normal!

P.S.1: eu tenho alguns “fãs” do meu mascote/avatar, o pinguim que aparece no cabeçalho do site. Muitos pensam que ele foi inspirado no Tux, do Linux. Ledo engano! Sinto muito em informar, mas o meu avatar foi inspirado em um pinguim gaudério, que por sua vez foi inspirado no Pentarou, o pinguim que foi criado pela Konami, e que apareceu pela primeira vez no jogo “Konami’s Ping Pong”, de 1985, e que ficou famoso quando teve seu próprio jogo, o “Penguin Adventure”:

tuxs

P.S.2: muitos não irão acreditar, mas podem conferir: nesses 30 anos o MSX é notícia novamente! Podem conferir, por exemplo, a reportagem no The Wall Street Journal, que saiu ontem… Esse press release foi organizado e divulgado pela turma que organiza o portal msx.org

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gvSIG: Processamento em Lote no Sextante

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Conheça algumas ferramentas do Sextante que podem ser utilizadas no pré-processamento de um Modelo Digital de Elevação (MDE). Neste tutorial em vídeo, vamos  produzir alguns procedimentos manuais para tratamento do DEM. Os próximos vídeos farão uso do Processamento em Lote e Construtor de Modelos (Model Builder).

Assista o Vídeo no Youtube: http://youtu.be/AvmWnx0BWAs

gvSIG: Processamento de um Modelo Digital de Elevação (MDE)

Informações Adicionais

Este tutorial foi realizado no gvSIG 1.12 Portable. Faça o download  desta versão através do site oficial: http://goo.gl/wzep1 | Disponível para os Sistemas Windows e Linux.

Códigos EPSG Nacionais

É preciso conhecer o código EPSG associado a um Datum para definir a projeção da Vista (Viewer) e realizar operações de troca de projeções no gvSIG. No Brasil, os códigos EPSG mais utilizados foram catalogados na tabela abaixo.

CÓDIGO EPSG PROJEÇÃO/DATUM
4225 GCS Corrego Alegre
4618 GCS SAD69
4674 GCS SIRGAS 2000
4326 GCS WGS84
22521 Corrego Alegre / UTM zone 21S
22522 Corrego Alegre / UTM zone 22S
22523 Corrego Alegre / UTM zone 23S
22524 Corrego Alegre / UTM zone 24S
22525 Corrego Alegre / UTM zone 25S
29168 SAD69 / UTM zone 18N
29188 SAD69 / UTM zone 18S
29169 SAD69 / UTM zone 19N
29189 SAD69 / UTM zone 19S
29170 SAD69 / UTM zone 20N
29190 SAD69 / UTM zone 20S
29191 SAD69 / UTM zone 21S
29192 SAD69 / UTM zone 22S
29193 SAD69 / UTM zone 23S
29194 SAD69 / UTM zone 24S
29195 SAD69 / UTM zone 25S
31972 SIRGAS 2000 / UTM zone 18N
31978 SIRGAS 2000 / UTM zone 18S
31973 SIRGAS 2000 / UTM zone 19N
31979 SIRGAS 2000 / UTM zone 19S
31974 SIRGAS 2000 / UTM zone 20N
31980 SIRGAS 2000 / UTM zone 20S
31981 SIRGAS 2000 / UTM zone 21S
31982 SIRGAS 2000 / UTM zone 22S
31983 SIRGAS 2000 / UTM zone 23S
31984 SIRGAS 2000 / UTM zone 24S
31985 SIRGAS 2000 / UTM zone 25S
32618 WGS 84 / UTM zone 18N
32718 WGS 84 / UTM zone 18S
32619 WGS 84 / UTM zone 19N
32719 WGS 84 / UTM zone 19S
32620 WGS 84 / UTM zone 20N
32720 WGS 84 / UTM zone 20S
32721 WGS 84 / UTM zone 21S
32722 WGS 84 / UTM zone 22S
32723 WGS 84 / UTM zone 23S
32724 WGS 84 / UTM zone 24S
32725 WGS 84 / UTM zone 25S

Sobre o GDAL

GDAL (http://www.gdal.org/) é uma biblioteca de dados geoespaciaais utilizada para interpretação e processamento de vários tipos de arquivos raster. As últimas versões do GDAL são atualizadas constantemente no site Mapserver and GDAL. Fiz um download de um executável para Windows 64 Bits e coloquei no Dropbox.

O GDAL opera através de linha de comando. Estes são os comandos utilizados no tutorial: http://goo.gl/0tfYH

Sobre o DEM Topodata

TOPODATA (http://www.dsr.inpe.br/topodata) é um MDE baseado no SRTM e processado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Possui Resolução Espacial de 30 metros com cobertura para o território brasileiro. Faça o download da Grade Topodata Escala 1:250.000 | http://goo.gl/jlTjM | Formato Shapefile.